2008/05/31
2008/05/15
Porque escolhi este poema
Eu escolhi este poema porque ele anuncia que a fome, guerra, e o ódio é que governo o Mundo. Por minha opinião e por muita gente o que devia governar o Mundo era: a Paz, o Amor, a Liberdade e o Sonho.
Sonhar
Paz…
Palavra que nos faz
Sonhar…
Com um Mundo melhor,
Com liberdade,
Com Amor,
Sonho duro…
Pois, quando acordamos,
Vemos
Fome,
Guerra,
Ódio,
Destruição.
Mas… um dia, a Paz governará o Mundo…
Autora: Inês Ferreira
Livro: Voando as asas da paz2008/04/24
O Sabor da liberdade
2008/04/17
Estou a Ler:
Dia Mundial do Livro
Helder Leal
2008/04/05
Glossário de Teatro
Comédia – Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador.
Peça – Texto que serve de base à representação.
Teatro – Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento.
Acção – Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro.
Acto – Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro.
Actor – Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro.
Cena – Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra.
Cenógrafo – Responsável pela criação/execução dos cenários.
Didascália – Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre.
Contra-regra – Aquele que marca a entrada dos actores em cena.
Deixa – Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala.
Aparte – Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens.
Bastidores – Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada e onde se guardam os adereços e outros materiais.
Contracenar – Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo.
Palco – parte do teatro onde os actores representam.
Ponto – pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das suas falas.
Público – Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro.
Autor/Dramaturgo – autor de peças.
Caracterizador(a) – Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face.
Director(a) – Responsável máximo por companhia de teatro.
Encenador (encenação) – aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original.
Figurinista – Técnico de teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteado e outros complementos).
Fotógrafo (fotografia) – Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeos.
Luminotécnico – O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena.
Produtor (produção) – cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística.
Sonoplasta (sonoplastia) – Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.
2008/04/01
Almada Negreiros
| Almada Negreiros |
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| Algures no teatro do mundo, há um boneco e uma boneca que se mexem como as pessoas. O boneco não sabe que a boneca se mexe como as pessoas e a boneca não sabe que o boneco se mexe como as pessoas. As pessoas não sabem que o boneco e a boneca se mexem como elas. Antes de Começar é uma conversa entre o boneco e a boneca, quando descobrem que se mexem e falam como as pessoas. Almada Negreiros, único grande dramaturgo português do séc. XX, construiu uma fábula comovente e simples: não são animais que falam, são dois seres que, criados por humanos, se animam na ausência dos humanos. Fantoches? Marionetas? Boneco e boneca, soprados de vida, vêem o mundo das pessoas; o mundo das pessoas grandes e o mundo das pessoas pequeninas porque "as pessoas antes de serem grandes começam por ser pequeninas!". O boneco revela as poucas certezas do pequeno mundo que conhece; a boneca conta o que lhe aconteceu e que é tudo o que sabe. Ambos aprendem que o coração, ao invés da cabeça, sabe sempre o que quer. Fantoches? Marionetas? Talvez. Mas%u2026silêncio, por favor. Porque a peça antes da peça vai agora começar... |
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2008/03/31
Comentário ao livro “Uma Páscoa de aventuras”
Eu gostei muito da história, principalmente no capítulo 9 em que há imprevistos. Eu gostei como tudo começou, o Carlos pensou que era um sonhos as palavras que ele ouviu em enquanto estava a dormir vieram a dar um grande história perigosa, mas ou mesmo tempo divertida. Também achei interessante a conversa que o Carlos teve com o pai, que nos daque história podemos tirar um lição que é contar todo o que passa connosco aos pais. A história não é grande nem pequena, lê-se rapidamente.
2008/03/25
Texto a partir “Escrita criativa”
Quando o veterinário chegou foram imediatamente para a beira do cavalo. O pobre do cavalo tinha partido a pata, o veterinário teve de liga-lhe a pata para ver se ele ficava bem. Passado um mês o veterinário voltou a casa de Margarida e o cavalo já estava pronto a tornar a galopar.


