2008/05/31

A poluição atmosférica

Nos poluímos muito sem dar por ela, ao andarmos de carro as vezes sem ser preciso. Para deslocarmos e não poluir muito devíamos utilizar os transportes públicos. Nos ao libertamos o dióxido de carbono estamos a contribuir para a aquecimento global. As consequências do aquecimento global são más; os seres vivos não vão suportar o calor o que vai levar a extinção de varias espécies, os mares irão invadir as terras por causa dos degelos nos polares, entre muitas coisas. O problema é que nós humanos cada vez libertámos mais dióxido de carbono, todos anos tem aumentado.
Escrito por Mestre em 11:28:23 | Link permanente | Comments (0) |

2008/05/15

Porque escolhi este poema

Eu escolhi este poema porque ele anuncia que a fome, guerra, e o ódio é que governo o Mundo. Por minha opinião e por muita gente o que devia governar o Mundo era: a Paz, o Amor, a Liberdade e o Sonho.

Escrito por Mestre em 16:35:48 | Link permanente | Comments (0) |

Sonhar

Paz…

 

Palavra que nos faz

Sonhar…

Com um Mundo melhor,

Com liberdade,

Com Amor,

Sonho duro…

Pois, quando acordamos,

Vemos

Fome,

Guerra,

Ódio,

Destruição.

Mas… um dia, a Paz governará o Mundo…

 

Autora: Inês Ferreira

Livro: Voando as asas da paz
Escrito por Mestre em 16:23:50 | Link permanente | Comments (0) |

2008/04/24

O Sabor da liberdade

Pergunto ao vento que passa notícias do meu país e o vento cala a desgraça o vento nada me diz. Pergunto aos rios que levam tanto sonho à flor das águas e os rios não me sossegam levam sonhos deixam mágoas. Levam sonhos deixam mágoas ai rios do meu país minha pátria à flor das águas para onde vais? Ninguém diz. Se o verde trevo desfolhas pede notícias e diz ao trevo de quatro folhas que morro por meu país. Pergunto à gente que passa por que vai de olhos no chão. Silêncio -- é tudo o que tem quem vive na servidão. Vi florir os verdes ramos direitos e ao céu voltados. E a quem gosta de ter amos vi sempre os ombros curvados. Manuel Alegre
Escrito por Mestre em 14:17:22 | Link permanente | Comments (0) |

2008/04/17

Estou a Ler:

O mistério em Sintra” do autor “João Aguiar”
Escrito por Mestre em 14:21:43 | Link permanente | Comments (0) |

Dia Mundial do Livro

Um livro é uma vida, são todas as vidas: é o amor e o ódio, é a vida e a morte.
Helder Leal
Escrito por Mestre em 14:18:39 | Link permanente | Comments (0) |

2008/04/05

Glossário de Teatro

Cenário – Lugar onde decorre a acção. O cenário pode ser construído em tela ou em outros materiais e situa o espectador na época e no lugar em que a história se passa.
Comédia – Peça de teatro de crítica social. O seu objectivo é fazer rir o espectador.
Peça – Texto que serve de base à representação.
Teatro – Lugar onde se representam peças de teatro; conjunto das obras dramáticas de um autor ou de um país; arte de representar; profissão de actor ou de actriz; fingimento.
Acção – Assunto, enredo, intriga, história(s) de uma peça de teatro.
Acto – Cada uma das divisões de uma peça de teatro, que exige mudança de cenário. Um intervalo marca a passagem de um acto a outro.
Actor – Aquele que representa uma ou mais personagens numa peça de teatro.
Cena – Subdivisão de um acto. Em cada cena, sai uma personagem ou entra outra.
Cenógrafo – Responsável pela criação/execução dos cenários.
Didascália – Indicação cénica que se refere à caracterização (atitudes) das personagens em vários momentos da peça, à sua movimentação em cena (entrada, saída, etc.), aos lugares em que se passa a história e ao tempo em que ela decorre.
Contra-regra – Aquele que marca a entrada dos actores em cena.
Deixa – Palavra ou palavras do fim da fala de uma personagem, que determinam quando a outra personagem deve iniciar o seu discurso/a sua fala.
Aparte – Falas de uma personagem que, segundo as convenções (regras) teatrais, se destinam a ser ouvidas pelo público e não pelas outras personagens.
Bastidores – Espaços por detrás e ao lado do palco, fora da vista dos espectadores, onde os actores esperam pela sua entrada e onde se guardam os adereços e outros materiais.
Contracenar – Representar em contracena. Contracena significa estar fora da cena principal. Enquanto algumas personagens dialogam realmente, outras, em contracena, fingem dialogar para atingir determinado objectivo.
Palco – parte do teatro onde os actores representam.
Ponto – pessoa que, durante a peça e escondida do público, lê o texto, em voz baixa, aos actores quando eles se esquecem das suas falas.
Público – Pessoas que assistem à representação de uma peça de teatro.
Autor/Dramaturgo – autor de peças.
Caracterizador(a) – Pessoa que caracteriza, que cria no actor uma face consentânea ao papel que ele vai desempenhar. Vários recursos/materiais são utilizados para alterar uma face.
Director(a) – Responsável máximo por companhia de teatro.
Encenador (encenação) – aquele que idealiza o espectáculo teatral, dirigindo os actores nos seus papéis, levando à cena um texto original ou adaptação de um original.
Figurinista – Técnico de teatro que se ocupa dos modelos, dos figurinos (vestuário, maquilhagem, penteado e outros complementos).
Fotógrafo (fotografia) – Técnico especializado que regista os momentos, as cenas de uma peça de teatro. Pode acumular com as funções de operador de vídeos.
Luminotécnico – O responsável pela iluminação, pelo efeito das luzes em cena.
Produtor (produção) – cargo que tem como objectivo organizar, coordenar a realização de uma obra artística.
Sonoplasta (sonoplastia) – Pessoa responsável pela selecção e execução dos efeitos acústicos que constituem o fundo sonoro de uma peça de teatro.
Escrito por Mestre em 20:53:32 | Link permanente | Comments (1) |

2008/04/01

Almada Negreiros

Almada Negreiros

Algures no teatro do mundo, há um boneco e uma boneca que se mexem como as pessoas. O boneco não sabe que a boneca se mexe como as pessoas e a boneca não sabe que o boneco se mexe como as pessoas. As pessoas não sabem que o boneco e a boneca se mexem como elas.
Antes de Começar é uma conversa entre o boneco e a boneca, quando descobrem que se mexem e falam como as pessoas.
Almada Negreiros, único grande dramaturgo português do séc. XX, construiu uma fábula comovente e simples: não são animais que falam, são dois seres que, criados por humanos, se animam na ausência dos humanos. Fantoches? Marionetas?
Boneco e boneca, soprados de vida, vêem o mundo das pessoas; o mundo das pessoas grandes e o mundo das pessoas pequeninas porque "as pessoas antes de serem grandes começam por ser pequeninas!". O boneco revela as poucas certezas do pequeno mundo que conhece; a boneca conta o que lhe aconteceu e que é tudo o que sabe. Ambos aprendem que o coração, ao invés da cabeça, sabe sempre o que quer.
Fantoches? Marionetas? Talvez. Mas%u2026silêncio, por favor. Porque a peça antes da peça vai agora começar...
Antes de Começar
Escrito por Mestre em 10:00:52 | Link permanente | Comments (0) |

2008/03/31

Comentário ao livro “Uma Páscoa de aventuras”

Eu gostei muito da história, principalmente no capítulo 9 em que há imprevistos. Eu gostei como tudo começou, o Carlos pensou que era um sonhos as palavras que ele ouviu em enquanto estava a dormir vieram a dar um grande história perigosa, mas ou mesmo tempo divertida. Também achei interessante a conversa que o Carlos teve com o pai, que nos daque história podemos tirar um lição que é contar todo o que passa connosco aos pais. A história não é grande nem pequena, lê-se rapidamente.  

Escrito por Mestre em 18:15:15 | Link permanente | Comments (0) |

2008/03/25

Texto a partir “Escrita criativa”

Ela parou junto de um muro e foi ver como estava o cavalo. O cavalo estava ferido numa pata. Ela ao ver aquilo ficou muito triste porque não podia continuar a galopar. Ela telefonou para o seu pai, que tinha um camião para levar o seu cavalo. Ao seu pai chegar, carregou o cavalo e foram para casa. Margarida ao chegar a casa telefonou para um veterinário e ele veio no dia seguinte ver o que o cavalo tinha na pata.
Quando o veterinário chegou foram imediatamente para a beira do cavalo. O pobre do cavalo tinha partido a pata, o veterinário teve de liga-lhe a pata para ver se ele ficava bem. Passado um mês o veterinário voltou a casa de Margarida e o cavalo já estava pronto a tornar a galopar.           
Escrito por Mestre em 11:32:28 | Link permanente | Comments (0) |