Sunday, August 19, 2007

Capítulo 4

Carlos adormeceu e tornou acordar as seis e meia da manhã. Eles depois acordaram todos e o Carlos pediu ao Sr. Joaquim Madeira se podia enviar uma mensagem ao Tio João. Ao pequeno-almoço o Carlos contou todo o que se tinha passado durante a noite, mas ele não acreditavam e o Carlos disse que estava a falar a sério. E o Álvaro disse para ir passar uma revista a casa haver se encontravam alguma coisa mas não encontraram. Eles logo foram trocar o interruptor da varanda para ver se o problema era no interruptor e por acaso era. A Tia Luísa veio ver o que se passava e declarou que o Mistério do interruptor fantasma estava resolvido. O Carlos tentou ficar toda a noite acordado haver se não acontecia a mesma coisa.       

 

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Quase um poema de amor

Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor.
E é o que eu sei fazer com mais delicadeza!
A nossa natureza
Lusitana
Tem essa humana
Graça
Feiticeira
De tornar de cristal
A mais sentimental
E baça
Bebedeira.

Mas ou seja que vou envelhecendo
E ninguém me deseje apaixonado,
Ou que a antiga paixão
Me mantenha calado
O coração
Num íntimo pudor,
— Há muito tempo já que não escrevo um poema
De amor

                Miguel Torga

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Brasil

Pátria de emigração.
É num poema que te posso ter…
A terra - possessiva inspiração;
E os rios - como versos a correr.

Achada na longínqua meninice,
Perdida na perdida juventude,
Guardei-te como podia:
na doce quietude
Da força represada da poesia.

E assim consigo ver-te
Como te sinto:
Na doirada moldura de lembrança,
O retrato da pura imensidade
A que dei a possível semelhança
Com palavras e rimas de saudade.

                       Miguel Torga

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ARIANE

Ariane é um navio.
Tem mastros, velas e bandeira à proa,
E chegou num dia branco, frio,
A este rio Tejo de Lisboa.

Carregado de Sonho, fundeou
Dentro da claridade destas grades…
Cisne de todos, que se foi, voltou
Só para os olhos de quem tem saudades…

Foram duas fragatas ver quem era
Um tal milagre assim: era um navio
Que se balança ali à minha espera
Entre as gaivotas que se dão no rio.

Mas eu é que não pude ainda por meus passos
Sair desta prisão em corpo inteiro,
E levantar âncora, e cair nos braços
De Ariane, o veleiro.

 

MIGUEL TORGA    Prisão do Aljube - Lisboa, 1 Jan 1940

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Friday, August 17, 2007

Capítulo 3

Eles entraram e o Sr. Joaquim Madeira perguntou se eles estavam com fome e ele disse que ia fazer o jantar mais cedo que o habitual, lá foi o Sr. Joaquim Madeira para a cozinha fazer o jantar e eles foram passear o Pelópidas. Eles chegaram a casa e comer estava mesmo acabar para ficar pronto e eles comerão. Ao fim do jantar começaram a falar sobre o problema do Sr. Joaquim Madeira que contava que via coisas esquisitas como; um cinzeiro mexer-se sozinho ou uma jarra e sons estranhos, como um rugido. Ao fim da conversa toda o Sr. Joaquim Madeira foi explicar ao Carlos como se mandava-se uma mensagem por correio electrónico para o Tio João. Eles foram todos dormir e os rapazes adormeceram rápido, mas as três e meia da manha o Carlos acordou e não pode de reparar que estava uma luz na varanda que apagava-se e acendia-se, o Carlos pôs-se a pé e foi até a janela a ver se não via nada e não viu nada. Ele reparou que o interruptor da luz estava a viera dele e se mexia sozinho.  

 

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Tuesday, August 14, 2007

Capítulo 2

A Tia Luísa perguntou ao Tio João se ele podia ir até Oeiras ajudar o amigo da Tia Luísa que chama-se Sr. Joaquim Madeira, que esta com um problema anda ouvir uns sons estranhos e haver coisas estranhas. O Carlos começou a pensar que o Bando dos Quatro também podiam ir porque as aulas estavam acabar, mas ele estava a pensar e o Tio João exprimi que não podia porque estava acabar um trabalho muito importante e a data da entrega estava-se aproximar. A Tia Luísa ficou muito cheia de pena, ela enunciou que o Sr. Joaquim tem o computador ligado a Internet e talvez pudessem trocar sensações pelo correio electrónico. A Catarina tive uma ideia que era ir o Bando dos Quatro e a Tia Luísa e eles mandavam todas as novidades por correio electrónico, a Tia Luísa concordou e eles foram embora para as suas casas. No dia seguinte a Tia Luísa telefonou para a casa dos irmãos que o Bando dos Quatro estava convidado a passar uns dias em Oeiras. Eles seguiram para Oeiras no carro da Tia Luísa no fim das aulas. Eles quando chegaram a Oeiras a Tia Luísa estacionou o carro e veio um homem a ralhar que ali não era sítio de estacionar carros, mas não tinha sinal nenhum que proibisse estacionar nem nenhuma entrada para garagem. O homem era o Joaquim que estava na brincadeira. E foi assim que eles conheceram o Sr. Joaquim Madeira.
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Monday, August 13, 2007

Resumo do Xarope do Marquês Capítulo 1

Esta aventura começa quando iam da escola para casa no carro do Tio João e ele recebeu um telefonema da Tia Luísa que é a tia-avó da Catarina, para irem lanchar a Estalagem do Solar para falarem com ela. O Tio João mandou logo o Frederico e o Carlos telefonar para casa a dizer que lanchavam todos na estalagem, mas o Frederico disse logo que não podia porque tina a madrinha dele em sua casa de visita. O Tio João deixou em casa dele e seguiram para a estalagem que é dos pais e do avô da Catarina. A mesa para o lance estava composta por queijadas, doce de amora ainda uns rissóis mito apetitosos, especialmente para o Tio João. A Tia Luísa começou por explicar a razão do lanche e era ema história que tem para contar e não lhe diz respeito, era sobre um amigo do tempo da sua juventude. Antes de contar ela referiu que a história passava-se na Azenha Velha, julgava que havia fantasmas numa casa. O Carlos sentiu um arrepio nas costas e o Álvaro afirmou “fantasmas é connosco”. Foi assim que começou aventura.           

 

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