Wednesday, October 17, 2007

A partir do texto de Luisa Ducla Soares “O Rapaz Chinês”

Em Esposende havia uma loja de chineses que tinha de tudo: coisas úteis e inúteis, habituais e exóticas, toscas e delicadas. No Natal a loja ficava muito bonita com as luzes e as fitas que os donos lhe colocavam nos vidros e etc. Toda a gente que passava na rua olhava para a loja e quase sempre entravam e gostavam de ir aquela loja porque lá dentro tinhas muitas coisas bonitas e com um preço razoável e por isso as pessoas gostavam de ir aquela loja. Com tanta gente a ir aquela loja os donos dela começaram a ficar com muito dinheiro e por isso começaram dar todos os anos dinheiro a um lar que havia ali muito perto. Eles conseguiam viver muito bem, tinham três filhos um já tinha dezoito anos, outro tinha quinze anos e o mais novo tinha dez anos. Os filhos deles tinham todo que queriam como por exemplo: PSP, Mp3, Ipod, computador portátil com Net, Tv. Cabo etc. O mais velho andava a estudar e concluiu o décimo segundo e segui para a Universidade do Minho. Ele teve de comprar um prédio perto da Universidade. Passando um mês e meio o prédio dele foi assaltado. O prédio ficou sem nada. Ficou com os vidros partidos e as portas as paredes riscadas e sem móveis. Ele teve de comprar outro prédio lá perto. Depois de dois meses ele conheceu uma rapariga até começaram a namorar. A rapariga também andava estudar na Universidade. Eles acabaram de estudar e depois começaram a trabalhar. Seguidamente eles casaram e vieram viver para Esposende.                   
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Thursday, October 11, 2007

Funções da linguagem

Funções da linguagem são recursos de ênfase que atuam segundo a intenção do produtor da mensagem, cada qual abordando um diferente elemento da comunicação. Um texto pode possuir mais de uma função enfatizada.

Função emotiva ou expressiva - a mensagem é centrada nas opiniões e emoções do emissor. Geralmente usa-se a 1ª pessoa do singular, interjeições e exclamações. O texto é pessoal, subjetivo. Exemplos: biografias, memórias, poesias líricas e cartas de amor.

Função referencial ou denotativa - a mensagem é centrada no receptor, o objetivo é informá-lo. O emissor procura fornecer informações da realidade, sem a opinião pessoal, de forma objetiva, direta, denotativa. A ênfase é dada ao conteúdo, às informações. Geralmente usa-se a 3ª pessoa do singular. Exemplos: textos jornalísticos e científicos.

Função apelativa ou conativa - a mensagem é centrada no receptor e organiza-se de forma a influenciá-lo. Geralmente usa-se a 2ª e 3ª pessoa, vocativos e imperativo. Exemplos: discursos, sermões, textos de publicidade e propaganda.

Função fática - o canal é posto em destaque. O interesse do emissor é emitir e simplesmente testar ou chamar a atenção para o canal. Exemplos típicos da função fática são: “alô”, “pronto”, “oi”, “tudo bem?” “boa tarde”, “sentem-se”, etc. Ou na propaganda, de forma a chamar a atenção, a tipografia, layout, etc.

Função poética - é aquela que põe em evidência a forma da mensagem, ou seja, que se preocupa mais em “como dizer” do que com “o que dizer”. A mensagem é posta em destaque, chamando atenção para o modo como foi organizada. É afetiva, sugestiva, conotativa, metafórica. Valorizam-se as palavras e suas combinações. Exemplos: linguagem figurada apresentada em obras literárias, letras de música, em algumas propagandas. Características: -Subjetividade -Figuras de linguagem -Brincadeiras com o código -Poesia -Letras de músicas -Propaganda

Função metalingüística - o código lingüístico é posto em destaque. Usa-se o código para falar dele mesmo. Exemplos: dicionários, gramáticas, textos que analisam textos, poesias que abordam o assunto poesia.

Esse modelo foi proposto por Roman Jakobson no livro Lingüística e Comunicação (1970). Um outro linguista propôs uma sétima função, que é lúdica. Ela se encaixa nos textos como “uni duni tê, salameminguê”.

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Wednesday, October 3, 2007

Texto partir do texto do Manuel Jorge Marmelo -Anita perdida

Anita era uma menina que vivia numa daquelas terras que a escola era só para alguns. Todos os dias ela ajudava a sua avó a fazer os trabalhos de casa: arrumar e fazer de apicultora. Anita gostava muito deste trabalho, porque conhecia cada uma das abelhas das vinte e três colmeias que tinham no monte de cima. Todos os dias visitava cada uma das colmeias e falava com as abelhas: contava-lhe os seus segredos e falava-lhe dos sonhos secretos que tinha. Hoje foi as colmeias e faltavam muitas abelhas, ela não entendia como que elas tinham desaparecido sem deixarem rastos nenhuns no monte de cima. No dia seguinte ela foi pelos montes fora a procura das colmeias até que já não sabia onde estava. Ao fim do dia a Anita avistou muitas abelhas perdidas. As abelhas eram as que desapareceram, mas ela estava perdida, mas consegui levar as abelhas para o monte de cima e ela consegui chegar a casa.      

 

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Capítulo 5

O Carlos dormiu como uma pedra mas foi outra vez o primeiro acordar. Eles comeram o pequeno-almoço e foram para a praia de Guincho e chegaram a casa e o Sr. Joaquim Madeira foi para o Gabinete trabalhar e eles ficaram a ver televisão. Cessando o Sr. Joaquim Madeira veio também ver televisão mas passando um bocado o Sr. Joaquim da Madeira começou a ver a jarra a mexer-se sozinha, mas eles não viam nada. A Catarina foi buscar imediatamente um copo de água, ele não se aclamou, acabando aquilo o Carlos foi para o escritor fazer o relatório para o Tio João. O Carlos ao fim de escrever o relatório foi para a cama e adormeceu a olhar para o Pelópidas e para o interruptor da varanda.      

 

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