Thursday, April 26, 2007

Capitulo 11

O Chico e Faial arrebitaram as orelhas porque viram uma rapariga gira e uma cadela da raça pastor-alemão. Eles no comboio riram-se todos por causa de uma macaca e então ele e a gira integraram conversa e até a gira ia para a praia que eles então e marcou um encontro. Depois eles chegaram à casa do Pedro e só encontraram os pais e eles não estavam a Luisa deu a hipótese de eles terem ido investigar o caso da televisão que não ficou muito bem esclarecido.

 

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Capitulo 12

Eles seguiram o conselho da Luisa e foram a loja e perguntaram ao dono se viram dois rapazes o dono ficou todo atrapalhado e chamou logo pela mulher e ela também ficou toda atrapalhada disse que ia perguntar ao empregado e que ele disse que compraram uns itercomunicadores para irem para as grutas. Só, que eles não acreditaram e os donos da loja me teus lá fora. O Faial ladrou e o Pedro ouviu e tentou fazer rodar um tubo tininho no telhado que ora o espigão do catavento. O Chico ouviu então ficou com todo confiante que eles estavam lá dentro. O Chico e os outros entraram pela loja dentro o Chico deitou o braço a garganta quase a pontos de sufocá-lo Faial em sima da mulher, eles perguntarem onde estão os rapazes e os donos levaram-nos lá.   

 

        

 

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O Blog em Português

Na Escola EB 1,2/3 Vila Cova nas aulas de Português 7º ano no inicio do segundo período surgiu a ideia de fazer um blog para fomentar a produção escrita dos alunos. Eu gostei muito da ideia, assim não é preciso de imprimir os resumos.

Para isso se realizar todos os alunos do 7º ano tiveram que queira um blog. Nós com está ideia também não estragamos o meio ambiente não gastamos muito papel e por isso não precisamos de cortar arvores que dão oxigenio.    

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Resumo das seis contos de Eça de Queirós aia

Era uma vez em Ásia, havia um rei valente que partiu e deixou só a sua mulher rainha e um filho num berço. Os seus cavaleiros trouxeram a amarga notícia de uma batalha perdida e da morte do rei. A rainha chorou pelo rei mas sobretudo pelo filho que deixara com tantos inimigos. Ao lado dele; outro menino dormia noutro berço. O menino era de uma escrava que dava de mamar ao príncipe. Ora, uma noite, estando ela deitada entre os dois meninos, julgou ouvir um ruído de ferro e brigas. Era o tio cruel para roubar e matar o seu príncipe.     Ela troca o príncipe de berço com o seu filho dela, um homem enorme, com um manto negro, surgiu, e tira a criança. Mas ai, também o principezinho estava morto, esmagado por mãos ferozes! Ao ouvir estas palavras, a rainha chorando e rindo ao mesmo tempo, ergueu nos braços do príncipe. Junto do berço, lá estava ela, a escrava, que, para salvar o príncipe, mandou o escrevinho seu filho.
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Tesouro

Eram três irmãos fidalgos mais pobres do Reino das Astúrias. Os três irmãos numa manhã de Primavera foram juntos até à mata. Na mata encontraram numa cova da rocha, entre os pinheiros, um velho cofre de ferro que tinha três fechaduras. E eles ficaram a pensar o que iam fazer com o ouro. O Rui que era gordo e ruivo, era o mais sensato, propôs ficarem com ele para os três. E foi a partir dê que eles começaram a repartir a chaves. O Guanes foi a mercado compra coisas que o ajuda-se a levar o ouro. E ele a vinda os dois irmãos mataram. Rostabal caiu sobre o tanque, sem um gemido, enquanto Rui se apoderava da segunda chaves. E o Rui foi para casa e chegou lá foi ver o que o irmão Guanes comprou doas garrafas de vinho e uma gorda galinha assada. Ele bebeu o vinho que o irmão meteu veneno e também morreu. Os três irmãos morreram por causa do ouro.

 

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O defunto

No ano de1474 foi viver para Segóvia um moço cavaleiro chamado D.Rui de Cardenas, era belo de boas famílias. D.Rui gostava de ir a igreja rezar diante da sua madrinha D.Leonor, também se deslocava aos Domingos acompanhada por uma aia carrancuda. Um dia, ao vê-la ajoelhada, D.Rui apaixona-se por ela. Como os jovens já se não viam na igreja; pôs-se a imaginar que teriam algum plano para se encontrarem. Uma noite chamou os criados: preparem as trouxas e os cavalos. Amanhã de madrugada, saímos daqui. Uma noite foi ter com D.Leonor, levando uma folha de pergaminho na mão. - Senhora, quero que me escreveis aqui uma carta que muito me convêm. - Senhor, porque é que convém que eu escreva coisas tão falsas? - Ou escreveis o que eu mando ou espeto-vos este punhal no coração.           Estava D.Rui a entrar em casa, quando um moço do campo lhe entregou uma carta. Era um dos enforcados que assim falava. Que estranho! O cavalo termia mas ele não. - Qual de vós, homens enforcados, chamou por D.Rui de Cardenas? D.Rui não mostrou terror em nojo. - Tu estás morto ou vivo? – Perguntou desceu, com o cavalo, de novo para a estrada, toda iluminada pela lua e o enforcado seguia ao seu lado. - Como é bom correr – respondeu o enforcado. Já perto da quinta o enforcado aconselhar. - Senhor, deixa aqui o vosso cavalo amarrado a uma árvore. Correram até a estrada: só então D.Rui descobriu que o enforcado ainda tinha a cravada no peito a adaga. - Senhor por favor perdoe outra vez. Já estas bem assim? - Estou como devo. D.Rui foi para diante do altar. Ao ouvir um ruído de sedas finas voltou-se. Era ela! Tão feliz como as andorinhas que batiam as asas livres, entre as abóbada da igreja. Foi que o bispo os casou no ano de1475.         

 

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Frei Genebro

Era discípulo de S. Francisco, que largara riquezas para se dedicar aos pobres. Frei Genebro também tentava ser santo, passava muita fome, porque não queria ser guloso. Quando tinha ideias marotas enxotava-as como se enxotam as moscas. Ajudava os necessitados, amimava os tristes. Andava descalço e roto. Ao regressar à pátria, até o papa lhe beijo as chagas abertas, com veneração.  Frei Genebro partiu de viagem. Mas para ser santo era preciso sofrer. Perto do ribeiro viu um pastor adormecido. Do fundo da morada que mais parecia uma cova de bicho, veio um gemido: - Quem me chama? Não tenho forças para me levantar. Estou muito doente. - O que é que tu queres? - Eu quero um porco assado. Frei Genebro lembrou-se logo do rebanho e consolou-o, foi cortar uma perna dum porco, para dar ao doente. Como correr dos anjos também chegou a hora de Frei Genebro ir desta para melhor.

 

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Civilização

Era uma vez um rapaz chamado Jacinto que nasceu num palácio e vive dos rendimentos. Foi sempre um rapaz feliz, mas entanto andava sempre aborrecido, porque? Ele era um rapaz civilizado. Ele tinha uma biblioteca alinhavam-se vinte e cinco mil volumes encadernados. Na biblioteca tem uns sofás que as pessoas começam a ler e dali a um bocado esta a dormir. Foi numa Primavera que Jacinto resolveu ir até ao seu solar de Torges que não conhecia. Durante sete semanas preparou a viagem. Escreveu uma carta para compor a casa e mando por comboio o que era necessário para duas semanas. Eles chegaram lá e ficaram espantados com a beleza. Eles quando chegaram a casa estavam toda velha porque não a compuseram. Eles iam ter que dormir em palhas e comer o caldo. Já passaram quatro anos e Jacinto ainda mora em Torges.

 

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O suave milagre

Nesse tempo, ainda Jesus não saíra da Galileia mas já a nova dos seus milagres chegara a outras Terras. Ora havia então um velho chamado Obed, orgulhoso de muitos rebanhos e vinhas. Mas o vento abrasador matara-lhe o melhor gado, e nas encostas tinham secado as suas vinha. Adiante encontraram um homem todo vestido de linho branco, com um cordeirinho ao colo. - Sabes do novo rabi da Galileia? - O rabi atravessou oásis e foi para além. Num casebre vivi uma pobre viúva com um filho aleijado. Um mendigo entrou no casebre e falou-lhes do doce rabi. O menino pediu a mãe que trouxesse esse rabi. Talvez Jesus morresse.     O menino queria ver Jesus. E sorrindo Jesus disse: Aqui estou.      

 

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Resumo do cavaleiro da Dinamarca

Na Dinamarca que fica no Norte da Europa. Há muitos anos, há dezenas de anos e centenas de anos, havia em certo lugar da Dinamarca, no extremo Norte do país, perto do mar, uma grande floresta de pinheiros, tílias, abetos e carvalhos. Nessa floresta morava com a sua família e criados um Cavaleiro. Viviam numa casa construída numa clareira rodeada de bétulas. E em frente da porta da casa havia um grande pinheiro que era a maior árvore da floresta. Nessa floresta, a maior festa do ano, a maior alegria, era no Inverno, no centro do Inverno, na noite comprida e fria de Natal. Nessa noite de Natal juntava-se a família amigos, parentes, criados da casa e servos da floresta. E muitos dias antes já o cozinheiro amassada os bolos de mel e trigo, os criados varriam os corredores, as escadas e todas as coisas eram lavadas, enceradas e polidas. As crianças corriam agitadas de quarto em quarto, subiam e desciam a correr as escadas, faziam recados, ajudavam os preparativos, mas algumas ficavam caladas, cismando, olhando pelas janelas fora vendo florestas enorme e pensavam na história maravilhosa dos três reis do Oriente que vinham a caminho do presépio de Belém. Na noite de Natal, em frente da enorme lareira, armava-se uma mesa muito comprida onde se sentavam o Cavaleiro, a sua mulher, os seus filhos, os seus parentes e criados. Terminada a ceia começava a narração das histórias. Mas as histórias que gostavam mais eram as do Natal, as histórias dos Reis Magos, dos pastores e dos Anjos. A noite de Natal era sempre igual a todos os anos. Até que certo Natal aconteceu naquela casa uma coisa que ninguém esperava. Pois terminada a ceia o Cavaleiro voltou-se para a família, para os seus amigos e para os seus criados, e disse: -Temos sempre festejado e celebrado juntos a noite de Natal. Esta festa tem sido para nós cheia de paz e alegria. Mas de hoje a um ano não estarei aqui. - Porque? – Perguntaram todos com grande espanto. - Vou partir – respondeu ele. – Vou em peregrinação à Terra Santa e quero passar o próximo Natal na gruta onde Cristo nasceu e onde rezaram os pastores, os Reis Magos e os Anjos. Também eu quero rezar ali. Partirei na próxima Primavera. Na Primavera o Cavaleiro partiu do porto de mar próximo. Embarcou, e levando por bom vento que soprava do Norte para Sul, chegou muito antes do que esperava às costas da Palestina. Dali seguiu com outros peregrinos para Jerusalém. Visitou um por um os lugares santos. Rezou por todos. Quando chegou o dia de Natal, ao fim da tarde, o Cavaleiro dirigiu-se para a gruta de Belém. Ali rezou toda a noite. Rezou no lugar onde a Virgem, São José, o boi o burro, os pastores, os Reis Magos e os Anjos tinham adorado a criança acabada de nascer. E, quando a torre deu as doze badaladas da meia-noite, o Cavaleiro julgo ouvir, num cântico altíssimo cantado por multidões inumeráveis, a oração dos Anjos: « Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade». O Cavaleiro rezou muito, nessa noite ,pelo guerras, pela paz e pela alegria do mundo. Pediu a Deus que o fizesse um homem de boa vontade, um homem de vontade clara  e direita, capaz de amar os outros. E pediu aos a Anjos que o protegessem e guiassem na viagem de regresso, para que daí a um ano, ele pudesse estar no próximo Natal em sua casa com os seus. Ele ainda ficou dois meses na Palestina passando o Natal. No fim de Fevereiro despediu-se de Jerusalém e, na companhia de outros peregrinos. Partiu para o porto de Jafa. Entre esses peregrinos havia um mercador de Veneza com quem o Cavaleiro travou grande amizade. Em Jafa foram obrigados a esperar pelo bom tempo e só embarcaram em meados de Março. Mas uma vez no mar foram assaltados pela tempestade - Ah! – Pensava o Cavaleiro. – Não voltarei a ver a minha terra. Porém, o navio estava tão desmantelado que não podia seguir viagem.- Esperei por outro barco – disse o Cavaleiro. A beleza de Ravena enchia-o de espanto. Não se cansava de ver belas igrejas, as altas naves, os leves arcos, as finas fileiras de colunas. – Ouve – disse o Mercador ao Cavaleiro -, não fiques aqui à espera de outro navio. Vem comigo até Veneza se Ravena te espanta mais te espantará a minha cidade construída sobre águas. De Veneza segues para Génova e depois para Flandres. O Cavaleiro aceitou o concelho do Mercador e seguiu para Veneza. Nunca o Cavaleiro tinha imaginado que pudesse existir no mundo tanta riqueza e tanta beleza em cima de água. Ele não se cansava de olhar os degraus de mármore. Certa noite, terminada a ceia, o veneziano e o dinamarquês ficaram a conversa na varanda. Do outro lado via-se um belo palácio. - Quem mora ali? – Perguntou o Cavaleiro. - Agora ali só mora Jacob Orso com os seus criados, mas antes também ali morou Vanina, que era a rapariga mais bela de Veneza. Terminada a história o Mercador encheu dois copos com vinho e ele e o Dinamarquês beberam. O Mercador disse: - Não partas fica comigo. Associa-te aos meus negócios. - Não. Tenho de partir prometi a minha família que estava o próximo Natal com eles. Daqui a três dias partirei. E foram assim passados três dias ele partiu montado num cavalo. Partiu para o Norte de Itália. Aconselhado pelo Mercador, resolveu fazer meio da viagem para Génova um desvio para sul, para conhecer a celebre cidade de Florença. E no princípio de Maio chegou a Florença. Procurou a casa do banqueiro Averardo, para o qual o seu amigo veneziano lhe tinha dado uma carta. O banqueiro recebeu-o com grande alegria e hospedou-o em sua casa. Ao fim da tarde chegaram os amigos do banqueiro Averardo. Então o espanto do Cavaleiro cresceu, porque naquela sala de Florença, aquelas homens discutiam os movimentos do sol e da luz. Parecia que toda a sabedoria da terra estava reunida naquela sala. Já a meio do jantar levantou-se uma discussão sobre a obra de Giotto. - Quem é Giotto? – Perguntou o Cavaleiro. - Giotto – respondeu o Filippo – é um pintor do século passado que foi discípulo de Cimabué… Dois sábios começaram a discutir as leis que regem os movimentos dos sete planetas. E passando um mês disse-lhe o banqueiro. -Associa-te aos meus negócios e estabelece a tua vida em Florença. - Agradeço o teu convite – respondeu o Cavaleiro – não posso que longe de aqui no Norte os meus filhos a minha mulher, e os meus criados estão a minha espera. Dentro de três dias partirei. E três dias depois o Cavaleiro deixou Florença. Viajava agora com pressa para embarcar no porto de Génova num dos navios que, no princípio do Verão, sobem da Itália para Bruges, Gand e Antuérpia. Mas já no fim do caminho, a pouca distância de Génova, adoeceu. Tremendo de febre, foi bater a porta dum convento. Os frades que o recolheram trataram bem dele. Ele já pensava que não chegava à terra dele. Ele queria seguir viagem, mas os frades não o deixaram ir porque ele estava muito magro tive de esperar mais um mês.

 

            

 

             

 

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