2008/02/28

O vestido anti-passaporte

              O vestido de Lúcia era um anti-passaporte porque era muito antigo e feio, ela pensava que o mundo delas era só ter dinheiro e que era todo muito fácil. Lúcia queria pertencer ao mundo delas, mas ela pesava que não podia porque o vestido era muito antigo e feio, e o das outras raparigas tinham vestidos modernos e giros.
           O problema de Lúcia era que não tinha dinheiro como elas para comprar o que quisessem: vestidos modernos, sapatos novos e giros e outras coisas.
           É, por isso, que Lúcia diz que o vestido de cor lilás, antiquado e muito feio é espécie de anti-passaporte para o mundo, que ela pensa que é dos bons e das pessoas com mais respeito.       
  
Escrito por Mestre em 20:32:42 | Link permanente | Comments (0) |

2008/02/20

Resumo da história da “Gata Borralheira”

Lúcia era uma rapariga jovem, ela ainda não saia de casa, mas quando fez dezoito anos a tia, conjuntamente é madrinha, convido-a para ela ir a um baile. Ela aceitou, mas disse que não tinha nenhum vestido, a madrinha respondeu- lhe que emprestava-lhe um vestido.
Então num dia Lúcia foi a casa da madrinha para ver o vestido, a tia mostrou-lhe o vestido e ela não gostou do vestido porque a cor dele era lilás. Ela explicou a madrinha que não gostava do lilás, mas a tia não quis saber. A madrinha ainda lhe disse que tinha de levar uns sapatos de saltos altos, mas com aquela conversa a tia não se apercebeu que a Lúcia disse que não tinha sapatos de saltos altos.
Ela foi para casa para o sótão procurar uns sapatos de saltos altos e lá encontrou uns, mas já estavam velhos, mas ela não tinha dinheiro para comprar uns novos.
No dia do baile ela então foi com o vestido que a madrinha lhe emprestara e com os sapatos de saltos altos, mas como o vestido era extenso não se viam os sapatos. Ela quando chegou ao baile não esta a gostar porque ninguém convidava para a dançar e para falar, mas passando um bocado um rapaz convido-a. O sapato ao dançar sai-lhe porque estava um bocado alargo. Uma pessoa que estava a dançar viu o sapato que começou-se a rir, porque o sapato estava tudo rompido.
Ela disse a si própria que ia voltar aquele baile com o melhor vestido e os melhores sapatos. Ela foi morar para casa da tia, ela dava-lhe tudo de que ela precisava. Lúcia casou e ficou rica passando vinte anos ela voltou a que baile na mesma casa com o melhor vestido e os melhores sapatos. E no baile encontrou o rapaz com que ela dançou.                  

 


Escrito por Mestre em 15:53:36 | Link permanente | Comments (2) |

2008/02/04

Aventura no Rio Cávado

 No rio Cávado andava um rapaz a fazer canoagem com uma rapariga até que a pagaia (da canoa do rapaz) se partiu. Ele teve de ir até a margem para ver se conseguia consertá-la. A rapariga também veio para a margem, mas o rapaz não conseguiu arranjar nada parecido ou uma substituição para a pagaia e, por isso, tiveram de ficar pernoitar na areia que tinha junto ao rio. Eles conversaram quase toda a noite até eles começaram a gostar um do outro e iniciarão um namoro.

Pela manhãzinha eles tiveram que caminhar pela margem fora para encontrar alguma pessoa para os ajudar a voltar para casa.

Caminhando pela margem do rio em busca de ajuda, mas tiveram de parar, porque começou a chover torrencialmente e estava a ficar muito vento. Abrigaram-se debaixo de um pinheiro manso, mas a chover intenso que se fazia sentir encharcou-os.

À noite a tempestade amainou, mas como era escuro, tiveram que ficar outra noite ao relento

  No dia seguinte, quando acordaram avistaram uma casa, ali perto. Os namorados deram a correr até a casa, ele bateu a porta; mas não apareceu ninguém. Os namorados decidiram continuar pela fímbria fora até encontrar um abrigo seguro. Encontraram um barco em muito mau estado, mas provavelmente ainda daria para chegarem até a foz. Meteram-se dentro do barco e foram pelo rio abaixo. A viagem embora curta, foi muito atribulada: o barco metia água por todos os lados; o rapaz remava a toda a força, encanto a rapariga tirava a água ininterruptamente.

Quando chegaram à foz deparavam em movimentos anormais da polícia e bombeiros. Só depois perceberam que toda aquela confusão existia por causa deles.        

Escrito por Mestre em 11:35:38 | Link permanente | Comments (1) |