No rio Cávado andava um rapaz a fazer canoagem com uma rapariga até que a pagaia (da canoa do rapaz) se partiu. Ele teve de ir até a margem para ver se conseguia consertá-la. A rapariga também veio para a margem, mas o rapaz não conseguiu arranjar nada parecido ou uma substituição para a pagaia e, por isso, tiveram de ficar pernoitar na areia que tinha junto ao rio. Eles conversaram quase toda a noite até eles começaram a gostar um do outro e iniciarão um namoro.
Pela manhãzinha eles tiveram que caminhar pela margem fora para encontrar alguma pessoa para os ajudar a voltar para casa.
Caminhando pela margem do rio em busca de ajuda, mas tiveram de parar, porque começou a chover torrencialmente e estava a ficar muito vento. Abrigaram-se debaixo de um pinheiro manso, mas a chover intenso que se fazia sentir encharcou-os.
À noite a tempestade amainou, mas como era escuro, tiveram que ficar outra noite ao relento
No dia seguinte, quando acordaram avistaram uma casa, ali perto. Os namorados deram a correr até a casa, ele bateu a porta; mas não apareceu ninguém. Os namorados decidiram continuar pela fímbria fora até encontrar um abrigo seguro. Encontraram um barco em muito mau estado, mas provavelmente ainda daria para chegarem até a foz. Meteram-se dentro do barco e foram pelo rio abaixo. A viagem embora curta, foi muito atribulada: o barco metia água por todos os lados; o rapaz remava a toda a força, encanto a rapariga tirava a água ininterruptamente.
Quando chegaram à foz deparavam em movimentos anormais da polícia e bombeiros. Só depois perceberam que toda aquela confusão existia por causa deles.