2008/03/31

Comentário ao livro “Uma Páscoa de aventuras”

Eu gostei muito da história, principalmente no capítulo 9 em que há imprevistos. Eu gostei como tudo começou, o Carlos pensou que era um sonhos as palavras que ele ouviu em enquanto estava a dormir vieram a dar um grande história perigosa, mas ou mesmo tempo divertida. Também achei interessante a conversa que o Carlos teve com o pai, que nos daque história podemos tirar um lição que é contar todo o que passa connosco aos pais. A história não é grande nem pequena, lê-se rapidamente.  

Escrito por Mestre em 18:15:15 | Link permanente | Comments (0) |

2008/03/25

Texto a partir “Escrita criativa”

Ela parou junto de um muro e foi ver como estava o cavalo. O cavalo estava ferido numa pata. Ela ao ver aquilo ficou muito triste porque não podia continuar a galopar. Ela telefonou para o seu pai, que tinha um camião para levar o seu cavalo. Ao seu pai chegar, carregou o cavalo e foram para casa. Margarida ao chegar a casa telefonou para um veterinário e ele veio no dia seguinte ver o que o cavalo tinha na pata.
Quando o veterinário chegou foram imediatamente para a beira do cavalo. O pobre do cavalo tinha partido a pata, o veterinário teve de liga-lhe a pata para ver se ele ficava bem. Passado um mês o veterinário voltou a casa de Margarida e o cavalo já estava pronto a tornar a galopar.           
Escrito por Mestre em 11:32:28 | Link permanente | Comments (0) |

2008/03/06

Semana da leitura

Autor: José Cardoso Pires. Nome da obra: UMA SIMPLES FLOR NOS TEUS CABELOS CLAROS «Mas a meio caminho voltou para trás, direita ao mar. Paulo ficou de pé no areal, a vê-la correr: primeiro chapinhando na escuma rasa e depois contra as ondas, às arrancadas, saltando e sacudindo os braços, como se o corpo, toda ela, risse. Uma vaga mais forte desfez-se ao correr da praia, cobriu na areia os sinais das aves marinhas, arrastou alforrecas abandonadas pela maré. Eram muitas, tantas como Paulo não vira até então, espapaçadas e sem vida ao longo do areal. O vento áspero curtira-lhes os corpos, passara sobre elas, carregado de areia e de salitre, varrendo a costa contra as dunas, sem deixar por ali vestígios de pegada ou restos de alga seca que lhe resistissem.» «Marcaste o despertador» «Hã?» «O despertador, Quim. Para que horas o puseste?» «...E tudo à volta era névoa, fumo do mar rolando ao lume das águas e depois invadindo mansamente a costa deserta. Havia esse sudário fresco, quase matinal, embora, cravado no céu verde-ácido, despontasse já o brilho frio da primeira estrela do anoitecer...» «Desculpa, mas não estou descansada. Importas-te de me passar o despertador?» «O despertador?» «Sim, o despertador. Com certeza que não queres que eu me levante para o ir buscar. És de força, caramba.» «Pronto. Estás satisfeita?» «Obrigada. Agora lê à vontade, que não te torno a incomodar. Eu não dizia? Afinal não lhe tinhas dado corda... Que horas são no teu relógio? Deixa, não faz mal. Eu regulo-o pelo meu.»
Escrito por Mestre em 16:32:37 | Link permanente | Comments (0) |