Tuesday, February 10, 2009

Chegada a Calecut

Estava eu escrevendo no diário com folhas amareladas o que se ia passando na nau. Já todos os marinheiros estavam todos doentes, sem forças para mais, pois todos já pensavam que iam morrer no mar. Alguns marinheiros estavam a remar quando de repente o marinheiro, enviado pelo rei de Melinde, que se situava na gávea explodindo de alegria gritando: “Terra a Vista”! Eu acho que é Calecut. Ao marinheiro disser isso toda a nau despertou de alegria, pois ao fim de muitos meses conseguiram o seu sonho. De longe avistava-se uma grande floresta onde se via também um pouco de fumo. Cada vez íamos aproximando mais, quando o Mestre Vasco da Gama manda a tirar a âncora ao mar, quando também manda atirar os botes para o mar para conseguirmos ir ate terra. Já foi nos botes quando avistamos algumas pessoas que estavam vestidas de uma forma muito diferente de nós. Pois nós íamos descendo dos botes olhando para todo o lado e só se avistava árvores e uma fogueira. As pessoas estavam desconfiadas e fizeram muitas perguntas: Quem são vocês? O que estais aqui a fazer?… Nós lá fomos respondendo as perguntas. Pois todos os marinheiros dão graças a Deus terem vivido, depois de terem feito este grandioso desafio.         

 

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Comentário a estância 88 no Canto IV

A estância pertence ao episódio das “Despedidas em Belém”. O episódio refere-se a despedida dos marinheiros em Belém. Onde esta presente muitas criaturas humanas. Uns por serem da família outros por serem amigos e também estavam pessoas por curiosidade. Mas além dessas pessoas ainda havia mil religiosos que iam em procissão solem a orar a Deus. O sentimento vivido pelos presentes era de receio de se não verem mais uns aos outros. Também os marinheiros estavam tristes por deixarem uma família para trás.    

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No escritório

Num grande escritório onde tinha muitos quadros greco-romana e onde eu estava unicamente sozinho. Também tinha uma grande estante e onde tinha muitos livros valiosos. Passado algum tempo alguém bateu a porta principal que era muito bem estruturada. Eu ordenei que entrasse e quando abriram a porta reparei que era uma criatura humana que eu não conhecia. De imediato perguntei-lhe que era e ele respondeu dizendo que era o dono do prédio em que eu esta. De imediato convidei-o para ele se sentar na cadeira bastante grande que estava a frente da minha secretaria. Ele veio-me propor que lhe comprasse resto do prédio onde eu já tinha a minha casa o meu escritório e um ginásio que tinha muita gente inscrita. Nos tivemos a conversar sobre a situação durante muito tempo. Eu disse-lhe que iria pensar no assunto e que depois o contactava com ele.    

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